13/07/2011

TOP 5 Universos Gamísticos em que eu gostaria de viver - 1/3

Depois de uma longa pausa nos updates frequentes (resultado de uma mistura de preguiça e falta de ideia de ambos os colaboradores dessa possilga internética) eu volto pra falar mais asneiras e não adicionar nada de relevante em suas vidas.

Já vou dizer de antemão (sempre quis usar essa palavra, foda-se se ela estiver fora de contexto ou coisa do gênero) que se você não tem o mínimo interesse em videogames ou cenários pós-apocalípticos (tem hífen nessa merda?) esse tópico não é pra você, pode ir embora, vai ver se tem algo novo no redtube, ou se você é uma das nossas fãs (ha) do sexo feminino, vai ver se tem alguma liquidação na Riachuelo (foi engraçado porque foi machista).

Agora que tenho a atenção daqueles que restaram, se é que restou alguém, vamos ao que interessa.

Eu sempre gostei de cenários pós-apocalípticos, seja em filmes, livros ou no caso jogos, eu tava jogando Fallout recentemente e a ideia de fazer esse artigo surgiu. Resolvi limitar a lista a jogos porque não me lembro muito bem dos filmes que já vi, minha memória é tão boa quanta a minha unha do dedão do pé que acabei de roer. Agora chega de enrolação.

5. Metro 2033

Metro 2033 é um jogo baseado em um livro muito foda de Dmitry Glukhovsky (não tenho ideia de como pronunciar isso) que eu li e o adicionei a minha modesta lista de livros fodas (ao lado de crepúsculo).

A história é o seguinte, o mundo foi parcialmente destruído por uma guerra nuclear e seus sobreviventes se refugiaram no metrô de Moscou, cada estação é como uma nação independente e autossuficiente sendo que umas são mais poderosas que outras, militarmente ou economicamente. Você é Artyom, um jovem que vive em uma pequena estação com um acesso próximo à superfície, certo dia, um Ranger (uma espécie de soldado) chamado Hunter o avisa que sua estação e possivelmente todo o metrô pode ser invadido e destruído por criaturas, que sofreram mutações por causa da radiação da superfície, chamadas de Dark Ones.

Como se ele já não estivesse fodido o suficiente, Hunter dá a ele um amuleto e diz que, se ele não voltar a missão de Artyom é ir até Polis (uma estação que fica no centro do metrô de grande importância política e que influencia as outras estações) e decidir qual seria o futuro de sua estação. Essa 'viagem' até Polis na verdade é uma jornada através de um metrô escuro, infestado de mutantes, estações com exércitos nazistas, soldados socialistas e eventos sobrenaturais envolvendo fantasmas do passado e mensagens telepáticas de raças superiores, isso sem contar com eventuais escapadas para a superfície onde as preocupações mais imediatas são mutantes alados e patrulhas armadas. Boa sorte tentando achar filtros para sua máscara de gás antes de morrer com uma dose letal de radiação.

no pressure

4. Half-Life 2
Em Half-Life 2, você viveria em alguma cidade controlada por uma raça alienígena superior -Combine- que está pouco se fodendo se você tem conforto, amigos, família, comida, água ou algo que seja necessário para que você não tenha uma morte horrível.

Isso porque depois dos acontecimentos do primeiro jogo, essa raça alienígena sem empatia por seres humanos invade a Terra e ganha uma guerra que durou pouco mais de sete horas, agora ela controla tudo e a todos e meio que ironicamente continua a devastar o planeta, bombeando substâncias tóxicas no ar, diminuindo o nível dos oceanos, esterilizando humanos, extraindo recursos naturais, esse tipo de coisa que raças superiores fazem.

Half-Life 2 é meu jogo favorito, de todos os tempos, ele se encontra em quarto lugar pelo simples motivo de que, nesse universo, se você não for Gordon Freeman suas chances de sobreviver são ínfimas.
Não estou dizendo que sobreviver é uma tarefa simples nos outros jogos, mas quando você passa a maior parte do tempo sozinho, num campo de concentração, no meio de tiroteios entre os Combine e os rebeldes, preso numa cidade sem possibilidade de escapar ou escondido num porão sem uma arma que manipula a gravidade, uma pistola, uma Magnum, uma submetralhadora, um rifle de plasma que atira bolas de energia que desintegram matéria orgânica, uma shotgun, uma besta, um lança-foguetes, granadas, um jipe com um lançador de partículas Tau, um hovercraft com um torrete, um exército de insetos voadores e um maldito pé-de-cabra, sua sobrevivência se torna algo meio que beirando o inexecutável de acordo com as leis da física conhecidas até hoje, isso porque durante sua -curta- vida em City 17, você enfrentará, aliens, zumbis, zumbis tóxicos, zumbis velocistas que urram como condenados, insectóides gigantes, tubarões mutantes e soldados armados com um arsenal extraterrestre, some isso com a possibilidade de morrer afogado, sufocado, intoxicado, metralhado, cortado em dois, esmagado, comido, queimado, desintegrado ou condenado a viver com um um etê do tamanho de uma melancia na sua cabeça que controla seus movimentos enquanto você agoniza esperando o doce suspiro da morte que pode nunca chegar.



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Fim da primeira parte desse artigo, se eu colocar tudo aqui ele vai ficar enorme e eu vou ter que escrever até 4 da manhã, mas prometo não demorar pra fazer a continuação dele.

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